quarta-feira, 21 de maio de 2008

hj

eu tava pensando no final feliz... e me toquei q isso é muito americano... até sabia, mas demorei a entender que a vida é surpreendente e que nem sempre o bem vence o mal e tudo termina bem pro mocinho.

lembrei ainda de um filme: Closer

ele tem umas tiradas fabulosas... segue algumas:


A. tem a beleza estúpida da juventude.

voce nao sabe o que é amor, porque nao sabe o que é compromisso

se me ama porque me magoa?

ALICE: Por que você gosta dela? DAN: Porque ela não precisa de mim.

"só o amor não é o bastante!"

mas.. eu teria te amado para sempre"

domingo, 18 de maio de 2008

chaplin

A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina.
Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente.
Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.
Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo.
Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar.
Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria.
Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.
Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando.
E termina tudo com um ótimo orgasmo!
Não seria perfeito?
quando eu resolvei começar o blog tinha medo de que fosse um diário aberto, e de que seria exposto a um número infinito de pessoas e que me conheceriam e minha vida seria devassada...

percebi que niguém se importa... porderia contar meus mais íntimos segredos e publicá-los que apenas alguns poucos amigos curiosos o saberiam....

descobri tb que nao tenho disciplina pra escrever com a frequencia desejável e necessária... enfim, como escrevo apenas a mim, quem se importa?!

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Era eu que queria
e eu que não queria:
era exatamente eu que nem o queria plenamente,
nem o rejeitava plenamente.
Por isso, lutava comigo mesmo
e dilacerava-me a mim mesmo

A. H.