Sometimes I feel
Like I dont have a partner
Sometimes I feel
Like my only friend
Is the city I live in
The city of angel
Lonely as I am
Together we cry
I drive on her streets
cause shes my companion
I walk through her hills
cause she knows who I am
She sees my good deeds
And she kisses me windy
I never worry
Now that is a lie
I dont ever want to feel
Like I did that day
Take me to the place I love
Take me all the way
Its hard to believe
That theres nobody out there
Its hard to believe
That Im all alone
At least I have her love
The city she loves me
Lonely as I am
Together we cry
I dont ever want to feel
Like I did that day
Take me to the place I love
Take me all the way
Under the bridge downtown
Is where I drew some blood
Under the bridge downtown
I could not get enough
Under the bridge downtown
Forgot about my love
Under the bridge downtown
I gave my life away
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
variações...
queria ter a consciência lúcida
para contemplar realidades diáfanas
e me libertar da paixão capadócia
que me acorrenta prisioneiro
nessa etérea plaga
não precisa tudo isso
me contentaria em poder afirmar com os cínicos
nihil humani a me alienum puto
para contemplar realidades diáfanas
e me libertar da paixão capadócia
que me acorrenta prisioneiro
nessa etérea plaga
não precisa tudo isso
me contentaria em poder afirmar com os cínicos
nihil humani a me alienum puto
domingo, 17 de fevereiro de 2008
vossa formosa juventude leda
Nossa juventude, nosso só amar-nos
Nossos dias bem vividos
Nossa história tão intensa
Nosso não envelhecer,
Qual Prometeu acorrentado
Sua lembrança não me deixa
Tormentosa sina de quem ainda ama
E sente pela falta da pronúncia
E desespera, e já não crê,e se consola
Afinal, existe pior sentimento que
Acreditar em nada e esperar
Pelo que nunca irá acontecer?
Do gênio só tenho o nome e a licença,
Para de Caeiro, roubar-lhe a obra
E trasladar aos versos já não seus
A falta de sentido que me assola.
Vossa formosa juventude leda,
Vossa felicidade pensativa,
Vosso modo de olhar a quem vos olha,
Vosso não conhecer-vos,
Tudo quanto vós sois, que vos semelha
À vida universal que vos esquece,
Dá carinho de amor a quem vos ama
Por serdes não lembrando
Quanta igual mocidade a eterna praia
De Cronos, pai injusto da justiça,
Ondas, quebrou, deixando à só memória
Um branco som de’spuma.
Já não quero mais pensar
Sobretudo, não quero mais pensar!!
Nossos dias bem vividos
Nossa história tão intensa
Nosso não envelhecer,
Qual Prometeu acorrentado
Sua lembrança não me deixa
Tormentosa sina de quem ainda ama
E sente pela falta da pronúncia
E desespera, e já não crê,e se consola
Afinal, existe pior sentimento que
Acreditar em nada e esperar
Pelo que nunca irá acontecer?
Do gênio só tenho o nome e a licença,
Para de Caeiro, roubar-lhe a obra
E trasladar aos versos já não seus
A falta de sentido que me assola.
Vossa formosa juventude leda,
Vossa felicidade pensativa,
Vosso modo de olhar a quem vos olha,
Vosso não conhecer-vos,
Tudo quanto vós sois, que vos semelha
À vida universal que vos esquece,
Dá carinho de amor a quem vos ama
Por serdes não lembrando
Quanta igual mocidade a eterna praia
De Cronos, pai injusto da justiça,
Ondas, quebrou, deixando à só memória
Um branco som de’spuma.
Já não quero mais pensar
Sobretudo, não quero mais pensar!!
sábado, 16 de fevereiro de 2008
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
sábado, 9 de fevereiro de 2008
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