eu pensei q te esquecer fosse fácil
não é....
é uma pena q vc não deve ler o blog
me arrependo tanto de não ter te conseguido fazer feliz
e por não te fazer feliz eu tb não sou
te procuro em outras pessoas,
e não me poupei, nem num pouco
não sei se um dia vou conseguir te dizer,
mas vc foi meu grande amor
e quando se ama um ser, é como se todos os outros morressem
queria ter o coração flexível e conseguir olhar pro resto do mundo
nunca estive tão acompanhado e tão sozinho
nada existe pra mim...
nem os calmantes, nem os antedepressivos fazem mais efeito
nem o cigarro, nem a bebida...
nem os livros.....
queria vc do meu lado
a falta de esperança é um tormento
ainda te amo
acho q nunca vou deixar de te amar
o amor é eterno...
por isso te respeito, espero q seja feliz, ainda que não seja comigo
sigo, triste... mas sigo... esperando q um dia novamente nossos caminhos se cruzem
e que dessa vez eu não erre tanto
segunda-feira, 20 de abril de 2009
quinta-feira, 16 de abril de 2009
eros e thanatos
Andava pensando sobre o amor e a morte, não como antes. Antes, amor e morte era alguma coisa que se relacionava apenas nas tragédias shakesperianas, ou na pulsão de vida e pulsão de morte freudianas, ou por último, nos binômios da individualidade e da indiferenciação, só pra falar de alguns...
Agora amor e morte se materializaram na forma como eu de tanto te amar, acabei te matando. Te matei porque te quiz imensamente e não adimitia não te ter ao meu lado sempre. Te matei em mim. Te assustei e afastei de mim, sendo egoísta, exclusivista e possessivo.
Da forma que hoje vivo, a sua procura, já não vivo senão morro. E amor e morte voltam a ser com dantes... tragédia.
Queria ter coragem pra te dizer tudo isso, mas como dizê-lo se mal consigo olhar-te nos olhos? Se nossas conversas são sempre esquivas e se o último réstio de esperança tivesse se esvaido?
Eu sempre desejei morrer com a esperança, melhor, antes dela. Mas os desígnios imprescrutáveis do caosmos me reservaram destino muito mais doloroso, e sobrevivi a esperança.
Sigo sem vc e sem ela... mas sigo, pra onde? quem se importa?!
Agora amor e morte se materializaram na forma como eu de tanto te amar, acabei te matando. Te matei porque te quiz imensamente e não adimitia não te ter ao meu lado sempre. Te matei em mim. Te assustei e afastei de mim, sendo egoísta, exclusivista e possessivo.
Da forma que hoje vivo, a sua procura, já não vivo senão morro. E amor e morte voltam a ser com dantes... tragédia.
Queria ter coragem pra te dizer tudo isso, mas como dizê-lo se mal consigo olhar-te nos olhos? Se nossas conversas são sempre esquivas e se o último réstio de esperança tivesse se esvaido?
Eu sempre desejei morrer com a esperança, melhor, antes dela. Mas os desígnios imprescrutáveis do caosmos me reservaram destino muito mais doloroso, e sobrevivi a esperança.
Sigo sem vc e sem ela... mas sigo, pra onde? quem se importa?!
segunda-feira, 13 de abril de 2009
terça-feira, 7 de abril de 2009
outono
... as folhas secas das árvores forram meu caminho inconluso denunciando que o outono chegara. Inevitável e impiedoso, por ser filho do tempo, se impunha sobre todas as vontades, por mais resolutas que fossem, e anunciava: os sinais eram inequívocos, iria nevar.
Belo e triste como os homens foi o dia dos meus anos. Já não havia razões para comemorar, o tempo tem me roubado as forças... sigo vivendo enquanto o velho barqueiro não me convoca para a última viagem.
Sem mistério, a vida segue quase morta. Se você tivesse do meu lado, meu fardo seria ao mesmo tempo mais pesado e mais leve...
Belo e triste como os homens foi o dia dos meus anos. Já não havia razões para comemorar, o tempo tem me roubado as forças... sigo vivendo enquanto o velho barqueiro não me convoca para a última viagem.
Sem mistério, a vida segue quase morta. Se você tivesse do meu lado, meu fardo seria ao mesmo tempo mais pesado e mais leve...
somam-me os dias
os dias se me somam, já não sinto...
apenas sigo, com migualhas de esperança no fundo da algibeira
as vestes rotas e sujas pelo pó da estrada
os pés cansados (não sangram mais),
não os sinto
lembro-me vagamente do dia em que me tornei andarilho
era o início do verão, nossas vidas se cruzaram
eu parei naquele dia, você seguiu sem mim,
pra onde não sei
seus olhos ainda me perseguem em sonho,
como se me olhassem
embora eu tenha plena consciência
que já não se importa mais...
nos dias de calor,
as lembranças me acomentem de uma dor insuportável
é como se a memória do teu corpo estivesse inscrita em minh'alma
e já não há o que fazer
a não ser caminhar
proscrito, bandoleiro, e errante
e seguir, a sua procura,
mesmo que não te encontre...
apenas sigo, com migualhas de esperança no fundo da algibeira
as vestes rotas e sujas pelo pó da estrada
os pés cansados (não sangram mais),
não os sinto
lembro-me vagamente do dia em que me tornei andarilho
era o início do verão, nossas vidas se cruzaram
eu parei naquele dia, você seguiu sem mim,
pra onde não sei
seus olhos ainda me perseguem em sonho,
como se me olhassem
embora eu tenha plena consciência
que já não se importa mais...
nos dias de calor,
as lembranças me acomentem de uma dor insuportável
é como se a memória do teu corpo estivesse inscrita em minh'alma
e já não há o que fazer
a não ser caminhar
proscrito, bandoleiro, e errante
e seguir, a sua procura,
mesmo que não te encontre...
Assinar:
Postagens (Atom)
