eu pensei que podia sonhar... e quando tirei os pés do chão me doeu a marca indelével na fronte, me lembrando que, qual Caim, condenado, não posso conhar.
teria amado pra sempre quem apareceu sem dizer "porquês", mas entendendo o que eu queria me fez feliz, ainda que por pouco.
mas não pude... volto recoleto ao cláustro, de onde não deveria ter saído, em sonho.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário